Música
Estudo aponta que turismo musical no exterior pode ser vantajoso para brasileiros
01 de outubro de 2026

Um levantamento realizado pela Nomad indica que assistir a shows internacionais na Europa e nos Estados Unidos pode ter custos competitivos em comparação a megashows no Brasil. A análise destaca o crescimento do turismo musical impulsionado pelos altos preços de logística nacional para fãs que residem fora do eixo Sudeste.
O fenômeno do turismo musical tem ganhado força entre os brasileiros que buscam alternativas aos altos custos de ingressos e deslocamentos internos. De acordo com dados da Nomad, mais de um terço dos fãs no Brasil gastam acima de mil reais apenas com transporte e hospedagem para eventos no Sudeste, o que torna viagens para cidades como Lisboa, Madri ou Nova York financeiramente comparáveis em certos contextos.
Para o fim de 2026, a agenda internacional conta com nomes de peso. Nos Estados Unidos, o destaque fica para a residência de Harry Styles no Madison Square Garden e as apresentações do Metallica na inovadora Sphere, em Las Vegas. Outros artistas como Doja Cat, Jonas Brothers e The Smashing Pumpkins também movimentam o calendário norte-americano no período.
Na Europa, o cenário não é diferente, com turnês de bandas como Muse e Backstreet Boys passando por grandes capitais como Berlim, Paris e Amsterdã. O levantamento ressalta que essas cidades possuem infraestruturas de transporte que facilitam o acesso às arenas, otimizando a experiência do viajante que busca unir lazer cultural e turismo.
Para viabilizar a jornada, especialistas recomendam um planejamento rigoroso, começando pela compra antecipada de ingressos e passagens aéreas. O uso de contas globais é sugerido como uma estratégia para evitar taxas elevadas de câmbio e impostos comuns em cartões de crédito convencionais, permitindo um controle orçamentário mais eficaz. Fonte: Arteview.
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